Sábado (2/10) tem novas manifestações nacionais pelo impeachment de Bolsonaro e seu governo de morte

 Quase 600 mil mortes por Covid-19 (sendo que 480 mil poderiam ter sido evitadas se o governo brasileiro tivesse agido com responsabilidade, e não com negacionismo, negligência, divulgação de mentiras e investimento em tratamentos ineficazes que serviram apenas para enriquecer empresários e apoiadores), desemprego recorde que atinge 14,5 milhões de brasileiros, 33% de aumento do custo de vida (que tem na gasolina a R$ 7 e no gás de cozinha a R$ 100 seus principais exemplos), 10% de inflação, fome que atinge 19 milhões de brasileiros (para os quais o presidente Jair Bolsonaro recomendou que comprassem fuzis em vez de feijão), o número de brasileiros na pobreza triplicou de 9 para 27 milhões, sendo 14 milhões de famílias vivendo na miséria, fuga recorde de investimentos estrangeiros, fora os esquemas para compras superfaturadas de vacina (que estão sendo revelados pela CPI da Pandemia). Há exemplos de sobra para mostrar que Jair Bolsonaro não tem absolutamente nenhuma condição de continuar governando o Brasil.

Além disso, o presidente trabalha para esconder outros crimes, seja de membros de seu governo (como a venda ilegal de madeiras, cuja investigação derrubou o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles) ou da sua família (seus 4 filhos são investigados por diferentes órgãos como Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal Superior Eleitoral e Supremo Tribunal Federal), ameaça a liberdade, as instituições e a Democracia.

Por isso, diversos setores da sociedade civil organizada voltam às ruas para pelo “Fora Bolsonaro” no próximo sábado, 2 de outubro. Em Curitiba, a manifestação se concentrará na Praça Santos Andrade, a partir das 15h, e contará com apoio e participação do SINDESC.

Organizados pela campanha nacional Fora Bolsonaro, os atos também terão como pauta medidas urgentes, como a retomada do auxílio emergencial de R$ 600,00 (o governo reduziu para R$ 250, em média), vacinação em massa (apesar dos avanços forçados também pela CPI, o Brasil ainda segue a passos lentos), e o fim das políticas de privatização, corte de direitos e da Reforma Administrativa (que pode desmantelar o SUS).

Além de manifestações em todos os estados no Brasil, em 2 de outubro também estão previstos atos fora do Brasil, em países como Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Itália, França, Espanha, Bélgica e muitos outros.

Em Curitiba, a concentração começa às 15h na Praça Santos Andrade, e o início do ato está previsto para 16h. Participe e divulgue.

Fonte: SINDESC

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