Pesquisa está traçando o perfil dos profissionais “invisíveis” da Saúde que combatem a COVID-19.

São trabalhadores que, mesmo encarando a desgastante rotina nos hospitais e unidades de saúde, às vezes passam despercebidos pela sociedade, pela própria instituição ou diante de suas próprias equipes.
Estima-se que sejam 1,5 milhão de profissionais nessas funções no país, entre técnicos, auxiliares de enfermagem, de farmácia e de análise laboratorial, maqueiros, motoristas de ambulância, agentes comunitários, entre outros.

O questionário está disponível neste link.

Todas as respostas são anônimas e os resultados serão divulgados de forma agregada, evitando qualquer possibilidade de identificação. O tempo estimado para responder a todas as perguntas é de 20 minutos.

A pesquisa
Lançada em janeiro deste ano, a pesquisa “Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil” aborda desde questões socioeconômicas, até perguntas sobre o cotidiano de trabalho (por exemplo, se o trabalhador já teve COVID-19, se há proteção o suficiente para evitar o contágio pela doença nos locais de trabalho), além da percepção sobre o desgaste físico e mental causado pela pandemia.

O objetivo é analisar as condições de vida e a saúde mental desses profissionais, e de que forma a crise sanitária alterou suas rotinas.

A base de dados irá auxiliar na fundamentação e na formulação de propostas de melhorias para o sistema de Saúde no Brasil, além de ajudar no desenvolvimento de ações estratégicas e políticas públicas no campo da gestão e condições de trabalho.

Fonte: SINDESC

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